domingo, 7 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Little Things - One Direction
"I've just let these little things
Slip out of my mouth
Because it's you"
Quem serei?
O meu questionamento é: devo ser médico e tocar meu lado cidadão-político-filósofo concomitantemente, ou me dedicar exclusivamente ao 2º, talvez em uma outra profissão, que me dê mais tempo e energia de fazer isso que eu gosto tanto?
Infelizmente, a Medicina por si só não me completa e ela suga muito minha energia.
Esta é a minha única incerteza quanto a continuar na Medicina: será que conseguirei estudá-la e praticá-la, sem ter que ofertar exclusividade em troca? Porque também se for para ser um mal médico, nem vou perder meu tempo...
Para quem se ou me questiona, está aí um pouco do que passa em minha cabeça sobre minha escolha profissional.
Humanidade
Respeito, dignidade, amor: humanidade.
Eu gostaria que todos os brasileiros tivessem acesso aos conhecimentos que tive, tanto de livros, quanto de falas, quanto de vivências, para compreender a importância de sermos humanos e nos respeitarmos dignamente uns aos outros. Infelizmente, a realidade atual não é essa.
Mas, aos poucos, vamos desconstruindo a marginalização social e psicológica que privam nossos concidadãos de seu potencial humano e humanista. Aos poucos, os Felicianos perderão credibilidade não porque está fora de moda ser homofóbico (afinal, para alguns, o respeito tem surgido hipócrita e simplesmente porque parece feio julgar e agredir o diferente), mas sobretudo porque essa lógica do paradigma social atual não terá mais sentido!
Dou-me o direito como ser humano vivo e atuante de sonhar com esse dia, em que os Felicianos serão poucos frente aos humanistas, e dedicar minha vida, além de meus prazeres pessoais, realização profissional ou qualquer outra coisa, por essa sociedade que um dia haverá de ser humanamente plena e digna.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Nomeações, cargos e funções, de Paulo Rosenbaum
"Eles são destinos, os frutos mais bem acabados do fisiologismo que, a mando do pragmatismo utilitarista, assola a política brasileira.
Trata-se portanto de aberração calculada. Mas que não se engane, todas essas situações são produções bem cuidadas. Só que algumas delas escapam ao controle e não saem conforme planejado. Esqueçam, não há o menor incomodo ou constrangimento pelos acordos aliados e suas consequencias. Essa na verdade é a cara da frente partidária que hoje distribui as cartas do poder no Brasil. Incomodo é modo de dizer. Nada perturba o estoicismo ou o sono dos pragmáticos do planalto. Das duas uma: ou estamos todos enganados ou o golpe é tão bem aplicado que não sentimos nem quando a agulha espeta a carne.
...
Os direitos humanos são tributarios dos deveres republicanos e não podem pertencer à comissões, cargos ou rifas de poder. Toda concentração de poder é perversão e perversões não costumam combinar com bem estar coletivo." Paulo Rosenbaum
http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2013/04/04/nomeacoes-cargos-e-funcoes/
A política no jargão popular, de JOSIAS LUIZ GUIMARÃES
"A política busca, na realidade, a felicidade da comunidade. Aristóteles usava três expressões para demonstrar isso, ou seja, dzem, eu dzem e Sy dzem, significando respectivamente: viver, viver bem e relacionar-se bem, para viver bem, o que viria ser a mesma coisa: a busca da felicidade, ou bem estar da vila, município, estado." JOSIAS LUIZ GUIMARÃES
Texto integral em: http://dm.com.br/texto/104492-a-polatica-no-jargao-popular
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Little Wonders - Rob Thomas
Keep moving on
"Let it slide,
Let your troubles fall behind you
Let it shine
Until you feel it all around you
And i don't mind
If it's me you need to turn to
We'll get by,
It's the heart that really matters in the end"
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